Há uns “tolos” que ainda acordam cedo, trabalham 8, 10 ou 12 horas, pagam impostos, fazem empréstimos durante 30 ou 40 anos e cortam nas férias para conseguirem comprar uma casa.
Coitados. Ainda não descobriram o segredo.
Aparentemente, há um caminho muito mais fácil:
Não trabalhar quando se pode trabalhar.
Não poupar.
Não assumir responsabilidades.
E depois exigir:
“QUERO UMA CASA!”
E de preferência de graça, porque pagar renda também dá muito trabalho.
Entretanto, quem trabalha paga a sua casa… e ajuda a pagar a dos outros.
Fantástico sistema!
Que fique claro: quem realmente precisa deve ter apoio. Quem perdeu o emprego, quem atravessa dificuldades sérias ou quem não consegue trabalhar não pode ser abandonado.
Mas quem pode trabalhar e simplesmente não quer, não pode exigir que os outros trabalhem por ele.
A solidariedade serve para ajudar alguém a levantar-se.
Não para lhe oferecer um sofá onde possa ficar deitado para sempre.
Queremos uma sociedade que proteja quem precisa, mas que também respeite quem trabalha.
Porque dinheiro público não nasce nas árvores.
Sai do bolso de quem se levanta todos os dias para trabalhar.
Já CHEGA!

