O CHEGA votou hoje contra o voto de saudação ao chamado Mês do Orgulho LGBT+, apresentado pelo PAN, por entender que esta iniciativa não está relacionada com a defesa da dignidade humana, dos direitos fundamentais ou do respeito devido a qualquer cidadão.
O CHEGA defende que todos os açorianos devem ser tratados com igualdade perante a lei, independentemente da sua orientação sexual, religião, condição social ou convicções pessoais. A dignidade humana não pode ser dividida em categorias nem atribuída de forma seletiva consoante os grupos que estão momentaneamente na agenda política.
Nos Açores, sempre existiu uma cultura de respeito, tolerância e convivência pacífica entre as pessoas. Não aceitamos a ideia de que existam cidadãos de primeira e de segunda categoria, nem que determinados grupos necessitem de um estatuto político especial para verem reconhecida a sua dignidade.
Aquilo a que assistimos cada vez mais é à instrumentalização de causas identitárias para promover agendas ideológicas que pouco ou nada contribuem para resolver os verdadeiros problemas das famílias açorianas. Enquanto alguns partidos insistem em dividir a sociedade em grupos e minorias, o CHEGA continua focado naquilo que realmente preocupa os açorianos: a habitação, o custo de vida, os baixos salários, as listas de espera na saúde, a pobreza e a falta de oportunidades para os jovens.
O respeito pelas pessoas não exige votos de saudação nem campanhas ideológicas. Exige igualdade, liberdade e dignidade para todos.
O CHEGA estará sempre ao lado da dignidade humana, mas nunca aceitará que se utilize o Parlamento para promover agendas que dividem a sociedade em vez de a unir.
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