O deputado José Paulo Sousa destacou a necessidade de consenso na protecção da Baía de Porto Pim, quer relativamente à protecção daquele espaço singular, quer do ponto de vista histórico e patrimonial, quer do ponto de vista ambiental e paisagístico.
A propósito da petição “pela Preservação Histórica e Paisagística de Porto Pim”, o parlamentar destacou que aquela baía, da cidade da Horta, “representa memória, identidade e património, mas representa também um território vulnerável, exposto aos fenómenos marítimos extremos, cada vez mais frequentes, que assolam as nossas ilhas”.
Neste sentido, explicou o deputado, qualquer intervenção em Porto Pim deve ter em consideração a preservação histórica, arquitetónica e paisagística daquele conjunto patrimonial classificado, “respeitando a identidade do lugar e a singularidade da sua zona envolvente. Mas importa igualmente afirmar, com toda a clareza, que não podemos ignorar a necessidade de proteger a orla costeira, as habitações, a segurança das pessoas e a salvaguarda dos seus bens”.
Para o CHEGA, o que as populações esperam das instituições não é conflito permanente nem bloqueio sucessivo das soluções. “O que esperam é capacidade de diálogo, responsabilidade e sentido de compromisso. E é precisamente esse esforço de convergência que deve prevalecer”, argumentou o parlamentar que saudou os peticionários pela iniciativa cívica de trazer a matéria à apreciação da Assembleia Regional.
Horta, 19 de Maio de 2026
CHEGA I Comunicação
CHEGA DESTACA NECESSIDADE DE CONSENSO NA PROTECÇÃO DA BAÍA DE PORTO PIM
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