As rendas sociais existem para apoiar quem realmente precisa. Nisso todos concordamos.
São casas pagas pelos contribuintes. Pelo esforço de quem acorda cedo, desconta toda a vida, paga impostos, paga a prestação ao banco e se aperta todos os meses para chegar ao fim do mês.
Mas há algo que está podre quando surgem situações de incumprimento prolongado, meses e meses de rendas por pagar, e o Estado faz de conta que não vê.
De um lado está quem trabalha, cumpre e se sacrifica. Do outro, há quem trate as regras como sugestões.
Solidariedade não é fraqueza. Não é cheque em branco. Apoio social sem responsabilidade não é bondade, injustiça para quem paga a conta. E quem paga a conta merece respeito, não castigo.
As regras têm de ser simples e não negociáveis:
✅ Quem precisa, é apoiado.
✅ Quem cumpre, é respeitado.
❌ Quem não paga, não cumpre e ignora tudo — enfrenta consequências reais.
E quem achar que pode ocupar uma casa do Estado sem pagar uma renda, mesmo que baixíssima, só tem uma solução:
👉 Olho da rua!
Porque quem cumpre não pode continuar a ser o único a pagar. Isso não é solidariedade. Isso é cumplicidade com a injustiça.
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