InícioParlamentoCHEGA EXIGE VERDADE E RESPONSABILIDADES NA OPERAÇÃO “LAST CALL”

CHEGA EXIGE VERDADE E RESPONSABILIDADES NA OPERAÇÃO “LAST CALL”

O CHEGA Açores deu hoje entrada com um requerimento na Assembleia Legislativa Regional a exigir explicações urgentes ao Governo Regional sobre a denominada Operação “Last Call”, conduzida pela Polícia Judiciária, que investiga suspeitas graves de corrupção, abuso de poder e favorecimento indevido com dinheiros públicos.
Em causa estão alegados contratos no setor do turismo, com possível envolvimento da VisitAzores e ligações a operadores privados como a Ryanair, num processo que já levou a buscas a instalações governamentais.
O líder parlamentar do CHEGA Açores, José Pacheco, não deixa margem para dúvidas: “os Açorianos têm o direito de saber se o dinheiro público foi usado para servir interesses privados. E se foi, alguém tem de assumir responsabilidades.”
José Pacheco vai mais longe e aponta directamente à responsabilidade política, pois considera que “não basta dizer que a justiça está a investigar. Quem governa tem de dar a cara. Se há suspeitas desta gravidade dentro da máquina governativa, então há responsabilidades políticas que têm de ser assumidas, doa a quem doer.”
O CHEGA considera inaceitável qualquer tentativa de desvalorização do caso e alerta para o impacto na credibilidade das instituições. “Estamos a falar de fundos públicos e, possivelmente, de fundos europeus. Isto não é um detalhe administrativo, é um problema sério de confiança no sistema”, argumentou.
No requerimento entregue, o CHEGA Açores exige esclarecimentos concretos sobre contratos, montantes envolvidos, papel das entidades públicas e eventuais responsabilidades dentro do Governo Regional.
Para o líder parlamentar do CHEGA, o tempo das meias respostas acabou e reforça que “os Açorianos não querem discursos — querem respostas. Quem decidiu, quem autorizou e quem beneficiou? É isto que tem de ser esclarecido”.
O CHEGA Açores reafirma que não permitirá que este caso seja abafado e garante que levará o tema até às últimas consequências políticas e institucionais.
“Se houver responsabilidades, têm de existir consequências. Nos Açores não pode haver intocáveis”, alerta José Pacheco.

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