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LOTAÇOR, UMA ADMINISTRAÇÃO DE BOYS RUINOSA

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Os trabalhadores da Lotaçor ficaram sem receber o salário de fevereiro. Não por falta de trabalho. Não por falta de esforço. Mas porque a empresa pública que gere um setor estratégico da nossa economia depende de transferências do Governo Regional que não chegaram a tempo.

Isto não é um “acidente administrativo”. Isto é o retrato de uma gestão política feita à medida dos aparelhos partidários.

A Lotaçor é uma peça central no setor das pescas dos Açores. Lida com o rendimento de centenas de famílias ligadas ao mar. Exige competência técnica, conhecimento do setor, capacidade de gestão financeira e planeamento rigoroso. O que tem tido? Nomeações partidárias. Gente colocada por fidelidade política, não por currículo no setor.

O resultado está à vista:
– Trabalhadores sem salário.
– Dependência crónica de contratos-programa.
– Falta de autonomia financeira.
– Gestão reativa em vez de estratégica.

Quando se coloca uma administração composta por elementos partidários sem experiência real no setor das pescas e da comercialização de pescado, o desfecho é previsível. Não é preciso ser economista para perceber: empresas públicas geridas como extensões de sedes partidárias acabam sempre por falhar.

E quem paga? Não são os administradores. Não são os partidos. São os trabalhadores e as suas famílias.

O CHEGA Açores tem sido claro: as empresas públicas regionais não podem continuar a ser depósitos de boys. Precisam de gestores com provas dadas no setor, com experiência operacional, conhecimento do mercado e responsabilidade financeira.

Se uma empresa estratégica como a Lotaçor não consegue garantir salários a tempo, estamos perante uma falha grave de governação. Isto exige:
1. Auditoria à gestão e às responsabilidades financeiras.
2. Revisão dos critérios de nomeação das administrações.
3. Responsabilização política clara de quem permite esta situação.
Os Açores não precisam de administradores de cartão partidário. Precisam de competência. Precisam de rigor. Precisam de respeito por quem trabalha.

Quando a política invade a gestão técnica, o resultado é este: caos financeiro e instabilidade social.

Chega de boys. É tempo de profissionalizar as empresas públicas e devolver seriedade à gestão dos dinheiros dos açorianos.

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