InícioNotíciasA MOBILIDADE AÇORIANA EXPLICADA A TOTÓS

A MOBILIDADE AÇORIANA EXPLICADA A TOTÓS

Vamos por partes, devagarinho, que isto não é complicado, só foi propositadamente complicado por quem gosta de papelada, plataformas online e pessoas a desistir a meio.

1. O SUBSÍDIO NÃO É UM PRÉMIO. É UM DIREITO.
O açoriano não viaja porque lhe apetece dar um passeio a Lisboa. Viaja porque vive em ilhas. Simples. Portanto, o subsídio de mobilidade existe para corrigir essa desvantagem. Não é um favor do Estado, não é uma esmola, não é um “se correr bem depois logo se vê”. É um direito. O CHEGA Açores diz o óbvio: direito que é direito não vem com rasteiras.

2. COMPRAR, PAGAR O JUSTO E ACABOU, SEM JOGOS OLÍMPICOS DA BUROCRACIA.
No modelo atual, o cidadão compra a passagem caríssima, paga tudo do bolso, entra num portal, faz login, carrega documentos, espera meses e reza para que ninguém encontre um erro de 3 milímetros. O CHEGA Açores propõe algo revolucionário (atenção):
👉 PAGAR LOGO O VALOR FINAL CORRETO NO MOMENTO DA COMPRA.
Sem reembolsos, sem formulários, sem “volte cá amanhã”. Como num país normal.

3. DÍVIDAS AO ESTADO NÃO TRANSFORMAM NINGUÉM EM CIDADÃO DE SEGUNDA.
A cereja no topo do bolo: exigir que o açoriano tenha Finanças e Segurança Social “imaculadas” para aceder ao subsídio.
Pergunta simples:
— Quem recebe outros apoios do Estado também passa por este crivo?
Pois.
O CHEGA Açores diz aquilo que muitos pensam e poucos dizem: mobilidade não se condiciona, garante-se. Resolver dívidas é uma coisa; impedir pessoas de viajar por viverem numa ilha é outra bem diferente.

RESUMO PARA TOTÓS (E PARA QUEM FINGE SER):
O subsídio de mobilidade devia ser simples, direto e automático. Se parece complicado, é porque alguém quis que fosse. O CHEGA Açores quer acabar com o circo e tratar os açorianos como adultos. Não é radical. É bom senso.

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