As denúncias multiplicam-se e o cenário é sempre o mesmo: a habitação social nos Açores está num estado completamente fora de controlo. Não é surpresa para ninguém, porque já o temos denunciado repetidamente, que muitas das casas atribuídas pela Região ou pelas câmaras municipais são ocupadas por quem pura e simplesmente se recusa a pagar renda, mesmo sendo valores simbólicos.
O problema é ainda mais grave quando constatamos que várias destas famílias vivem exclusivamente de apoios sociais, alguns acumulando trabalho clandestino e, apesar disso, transformam a vida de quem trabalha e cumpre as regras num verdadeiro inferno. Recebemos queixas de vizinhos que descrevem comportamentos de total desrespeito: barulho constante, vandalismo, agressões, consumo e tráfico de droga, danos no condomínio e ameaças várias. Tudo isto numa habitação que lhes é entregue praticamente de graça.
E quem é responsabilizado? Ninguém.
A maioria das queixas aponta diretamente para o Governo Regional e para os serviços sociais que, pela sua inércia, acabam cúmplices desta bandalheira que se instalou nos Açores. Fala-se muito de “inclusão”, mas na prática excluem-se os que cumprem. Os trabalhadores, as famílias que pagam impostos, que honram as rendas, que mantêm o condomínio limpo e organizado… esses são obrigados a viver paredes-meias com caos, criminalidade e indisciplina social, enquanto os infratores continuam intocáveis e protegidos pelo próprio sistema.
A pergunta é simples, mas brutal:
Por que razão uns têm todas as obrigações, pagar tudo, cumprir tudo, respeitar tudo, enquanto outros só têm direitos e zero responsabilidades?
Até quando é que os Açorianos trabalhadores vão ser obrigados a viver num pesadelo diário, encurralados entre a negligência do Governo Regional e a impunidade daqueles que abusam do Estado Social?
Temos dito, e repetido: basta de injustiças. Basta de premiar o incumprimento. Basta de proteger quem transforma bairros inteiros em zonas de risco enquanto os contribuintes vivem aterrorizados dentro das suas próprias casas.
Os Açores precisam de ordem, responsabilidade e justiça.
A pergunta que deixamos ao Governo Regional é direta:
Vão continuar a assobiar para o lado ou finalmente vão agir?
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