Apesar das polémicas, os deputados do CHEGA mantêm o foco no seu trabalho parlamentar!
À margem de uma reunião com a Fruter, o deputado do CHEGA Francisco Lima falou sobre o caso Miguel Arruda, mostrando a sua estupefação por este caso que ninguém estaria à espera.
No entanto, deixou críticas à comunicação social por “empolar” o problema. Questionado sobre se todo este burburinho criado a nível nacional em torno do caso poderia descredibilizar o trabalho dos deputados na Assembleia Regional, o deputado Francisco Lima devolveu a pergunta ao jornalista e questionou se os casos de José Sócrates, Armando Vara e Isaltino Morais, também descredibilizam o PS e o PSD, recordando os quase 200 casos de condenados e acusados de corrupção dos outros partidos.
Francisco Lima também reconheceu a gravidade do caso e que, pela sua gravidade, o líder André Ventura tomou medidas drásticas que culminaram com a passagem do deputado a independente, ou seja, não inscrito. O parlamentar reafirmou que a situação não é fácil, mas que para um partido com mais de 65.000 militantes é impossível não surgirem problemas, afirmando que “não podemos escamotear a verdade, mas o tratamento jornalístico dado ao caso configura quase uma perseguição ao partido”.
O deputado Francisco Lima ironizou que este caso fez desaparecer durante duas semanas todos os problemas em Portugal, porque não se falou do caso do Juiz acusado de pedofilia, do Secretario de Estado que aprovou uma lei dos solos, mas que antes da sua aprovação criou uma empresa para se beneficiar a si próprio, ou do caso da Pen Disk descoberta no gabinete de António Costa no âmbito do processo “Influencer”.



