O CHEGA entende que terão de ser corrigidos os erros, relativamente ao Subsídio Social de Mobilidade, que deixa de fora aos imigrantes residentes nos Açores no acesso a este subsídio para viagens aéreas entre os Açores e o continente e Madeira.
O CHEGA manifestou-se novamente contra o actual Subsídio Social de Mobilidade, entendendo que cada residente deve pagar apenas 134 euros por cada viagem para fora do Arquipélago, sem mais burocracias e sem tectos máximos. O líder parlamentar do CHEGA, José Pacheco, indicou que o CHEGA já “cumpriu a sua parte” e apresentou várias iniciativas no sentido de alterar o referido Subsídio Social de Mobilidade.
Indicando esta declaração de interesses, José Pacheco mostrou-se incomodado com o facto de imigrantes de países de fora da União Europeia e residentes nos Açores, estejam a ser impedidos de ser reembolsados do mesmo Subsídio Social de Mobilidade.
Neste sentido, o líder parlamentar do CHEGA entende que “esses erros têm de ser corrigidos”, uma vez que “uma pessoa, que tem cartão de cidadão português e é residente nos Açores tem de ter direito ao Subsídio Social de Mobilidade”, deixando críticas ao Governo da República que foi quem implementou o referido Subsídio. “O Governo da República já sabemos como é. É um Governo que não gosta dos Açores e estamos cá para dizer que apesar de não gostarem de nós, nós estamos aqui e temos capacidade para mudar isso”, reforçou.
Horta, 10 de Dezembro de 2024
CHEGA I Comunicação



