No Mercado dos Lavradores, em Angra do Heroísmo, a agricultura mostra que é um dos principais pilares da economia regional, mas também que é preciso um sector pujante para que o desenvolvimento seja efectivo.
O cabeça-de-lista do CHEGA pelo círculo dos Açores, Francisco Lima, ouviu dos produtores e agricultores com quem falou, as dificuldades que se vivem actualmente no sector. Há falta de mão-de-obra, as pragas destroem grande parte das culturas e cada vez mais a burocracia é um entrave para quem quer continuar na agricultura.
“Ouvimos a indignação dos produtores, que sentem na pele a falta de mão-de-obra, quando temos milhares de pessoas a viver do Rendimento Social de Inserção. A agricultura precisa de mão-de-obra para crescer”, referiu Francisco Lima que esteve acompanhado pelo líder regional do CHEGA, José Pacheco, e pelos restantes elementos da lista que concorre às próximas eleições legislativas.
O combate às pragas foi outra das questões que mais se ouviu entre produtores. “Os lavradores queixam-se que não podem combater as pragas. Estão desesperados, as pragas comem as culturas e não podem fazer nada. Chega-se ao ponto de o Governo subsidiar as sementeiras e depois volta a subsidiar porque as pragas dizimaram aquilo que foi semeado”, explicou.
Mas a maior queixa que os candidatos ouviram em Angra do Heroísmo foi dos atrasos nos subsídios e da excessiva burocracia que têm de cumprir para conseguirem ter os seus negócios a funcionar. “Por cada agricultor há dez burocratas nos gabinetes a fazer com que quem produz, passe mais tempo a lidar com papéis do que a trabalhar naquilo que realmente faz o negócio crescer”, indicou Francisco Lima.
Numa manhã onde o apoio de produtores, compradores e comerciantes foi bem visível, os candidatos do CHEGA conseguiram apresentar algumas das ideias que têm para a agricultura, com muito boa aceitação por parte das pessoas com quem se cruzavam e que felicitavam o CHEGA pelo trabalho que tem desenvolvido. Um apoio visível por parte de quem acompanha o trabalho e as ideias com que o CHEGA se apresenta na Região e no país.
Além de felicitações, os candidatos do CHEGA também foram recebendo denúncias, tal como o “elefante branco” construído para servir apenas algumas vezes num ano – para compra e venda de gado – quando “os fundos comunitários deviam ser usados para modernizar este mercado que existe actualmente e que já se torna pequeno para as necessidades. Os fundos comunitários devem ser usados para modernizar os espaços para que se possam escoar, de forma digna, os produtos”. Francisco Lima entende que na República muito há a dizer acerca dos Açores, e principalmente, acerca do sector primário que poderia ser mais auto-suficiente no abastecimento ao Arquipélago.
Angra do Heroísmo, 11 de Maio de 2025
CHEGA I Comunicação
CHEGA COM FORTE APOIO NO MERCADO DOS LAVRADORES EM ANGRA DO HEROÍSMO
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