É um assunto que o CHEGA não deixa morrer e vai continuar a insistir para que se resolva: o facto dos lesados Açorianos do BANIF continuarem sem respostas por terem perdido as suas poupanças com a resolução do banco e não terem conseguido ser ressarcidos pelo dinheiro perdido.
No entanto, o Governo Regional dos Açores diz que não está nas suas competências resolver a situação e apenas lamenta “com profundo desagrado pela morosidade do processo, bem como pelos prejuízos que dela decorrem para um significativo número de Açorianos”.
Perante um requerimento do Grupo Parlamentar do CHEGA, com treze perguntas, sobre a actuação do Governo Regional dos Açores na situação dos lesados do BANIF, a resposta do executivo é lacónica e não dá qualquer solução aos lesados Açorianos que estão há anos para saber se algum dia vão reaver as suas poupanças.
No requerimento, o CHEGA questionava o Governo Regional sobre se sabia o número de lesados Açorianos do BANIF, qual o montante estimado de perdas destes lesados e se tem havido algum tipo de acompanhamento da situação, por parte da Região, junto do Governo da República.
Os parlamentares queriam também saber se o Governo Regional defendia algum tipo de mecanismo de compensação para garantir que os lesados Açorianos do BANIF pudessem ser ressarcidos, já que muitos deles perderam as suas poupanças por investimentos em produtos financeiros, sem saberem que estavam a investir.
O CHEGA Açores lamenta que o Governo Regional não se tenha dignado a responder às questões que atormentam muitos dos lesados Açorianos do BANIF, principalmente porque a resolução do banco aconteceu em Dezembro de 2015 e, ao contrário do que aconteceu com lesados de outras instituições bancárias, quem perdeu o seu dinheiro nunca teve uma resposta.
O líder parlamentar do CHEGA Açores, José Pacheco, garante que “os lesados do BANIF dos Açores nunca vão ser esquecidos. No que depender do CHEGA, tudo vamos fazer para manter esta questão na ordem do dia até que alguém se digne a responder às muitas perguntas que estes Açorianos têm e que continuam sem resposta, mais de dez anos depois”.
Ponta Delgada, 2 de Junho de 2026
CHEGA I Comunicação

