Ao contrário do discurso do Governo Regional, a propósito de uma interpelação ao executivo sobre “o aumento do preço dos combustíveis e o impacto na economia e no custo de vida”, promovido pelo BE, todos os preços nos supermercados estão a subir e os combustíveis estão a agravar essa subida.
O líder parlamentar do CHEGA, José Pacheco, reforçou que “quem vai ao supermercado, percebe que tudo subiu. Umas coisas naturalmente, outras artificialmente. Não mintam aos Açorianos. A economia dos Açores está pior. O poder de compra cada vez desce mais e os combustíveis afundam ainda mais o que sobra”.
Munido de vários gráficos, José Pacheco referiu que é possível anular ou reduzir a subida do preço dos combustíveis, nomeadamente com mais descontos no Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos (ISP), tornando mais suave a subida dos aumentos dos combustíveis no bolso dos Açorianos. “Mas simplesmente não o fizeram”, afirmou.
“Agora o Governo Regional promete baixar o ISP para a lavoura e para as pescas, mas esquece-se dos taxistas, da construção civil e de todos os que estão sufocados”, lembrou José Pacheco.
Além dos preços do gasóleo e da gasolina, há também o preço do gás que atinge a maior parte das famílias Açorianas e que José Pacheco ilustrou com um gráfico onde de vê o preço de uma bilha de gás nos Açores (28,70€) comparado com uma bilha de gás em Espanha (16,40€).
“O Governo até pode dizer que os Açores estão melhores, mas os Açorianos estão empobrecidos. Os Açores estão melhores? Quando vou ao supermercado não sinto isso, quando apanho um táxi não sinto isso. Como pode o Governo dizer que os preços baixaram quando tudo aumenta?”, questionou o parlamentar.
José Pacheco reforçou que “os combustíveis são fundamentais e fazem a economia acelerar ou abrandar. Não há razão alguma para estes preços absurdos e escandalosos nos combustíveis nos Açores. O Governo podia ter acautelado esta subida, mas não o fez”.
José Pacheco afirmou que a Região tem margens de ISP na gasolina de 35,5 cêntimos/litro e de 20,3 cêntimos/litro no gasóleo, dando mais margem de manobra para baixar este imposto, no entanto, apenas baixou 3,5 cêntimos/litro na gasolina e 4 cêntimos/litro no gasóleo.
Dirigindo-se directamente ao Secretário Regional das Finanças, José Pacheco questionou quanto o Governo Regional está disponível para baixar no ISP já em Junho.
Horta, 19 de Maio de 2026
CHEGA I Comunicação
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GOVERNO RECUSA BAIXAR PREÇOS ESCANDALOSOS DOS COMBUSTÍVEIS NOS AÇORES
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