O CHEGA Açores vai levar ao próximo plenário da Assembleia Legislativa Regional um debate de urgência sobre o Hospital do Divino Espírito Santo, em Ponta Delgada, porque os Açorianos não podem continuar a ser tratados como se tivessem memória curta.
Quase dois anos depois do incêndio no maior hospital dos Açores, continuam zonas encerradas, continuam serviços em soluções provisórias, continua o hospital modular a funcionar como remendo de emergência e continua a faltar aquilo que é mais importante: verdade, calendário, projeto definitivo e financiamento garantido.
José Pacheco e Olivéria Santos visitaram a antiga urgência do HDES, o hospital modular e reuniram com o Conselho de Administração, numa deslocação destinada a ver no terreno aquilo que o Governo Regional tenta esconder atrás de comunicados, promessas vagas e frases de circunstância.
Para José Pacheco, líder parlamentar do CHEGA Açores, “os Açorianos estão cansados de promessas, anúncios e prazos que nunca se cumprem”.
“Ficamos muito preocupados com os vários prazos que estão a ser ultrapassados. Inicialmente, diziam-nos que no espaço de um ano haveria respostas, projetos e até obras. Mas, de mentira em mentira, continuamos com um hospital que nem sequer tem um projeto definitivo apresentado aos Açorianos. Isto é inaceitável”, afirmou.
O CHEGA Açores considera que o Governo Regional tem de parar com a propaganda e começar a dar respostas concretas. Não basta dizer que está tudo a andar. Não basta prometer que o projeto está para breve. Não basta repetir que o problema está identificado. Os Açorianos querem saber quando começam as obras, quanto vão custar, quem vai pagar e quando é que o maior hospital da Região volta a ter condições dignas.
“Quem paga e quem manda é o Governo Regional. Por isso, o Governo tem de responder: existe protocolo com a República? Existem fundos europeus garantidos? Há financiamento assegurado? Ou vamos continuar alegremente a dizer que vamos ter um novo hospital quando, na prática, continuamos sem ver nada?”, questionou José Pacheco.
Para o CHEGA, este caso é demasiado grave para continuar metido na gaveta da conveniência política. O HDES não é uma obra qualquer. Não é uma rotunda, não é um jardim, não é uma inauguração para fotografia. É o principal hospital dos Açores. É onde chegam doentes de São Miguel e de outras ilhas. É onde se fazem consultas, exames, cirurgias, urgências e tratamentos que podem fazer a diferença entre viver ou morrer.
Por isso, atrasar, empurrar, disfarçar e prometer sem cumprir é brincar com a saúde dos Açorianos.
“Estamos a falar de saúde, estamos a falar da vida dos Açorianos. Não estamos a falar de coisas supérfluas, nem da zanga das comadres da coligação. A vida real das pessoas é terem uma urgência encerrada, serviços condicionados e um hospital modular que era para ser provisório, mas que arrisca transformar-se numa solução sem fim à vista”, sublinhou José Pacheco.
O CHEGA Açores exige que o Governo Regional apresente, sem truques nem rodeios, o projeto definitivo para a recuperação e redimensionamento do HDES, o calendário real da contratação pública, a data prevista para o arranque das obras, o custo estimado da intervenção e a origem concreta do financiamento.
Chega de anúncios. Chega de desculpas. Chega de empurrar responsabilidades. Chega de transformar uma tragédia num laboratório de propaganda política.
“Quando vir o projeto, acredito. Até lá, os Açorianos não podem viver de fé, comunicados e frases feitas. O HDES precisa de obra, dinheiro, calendário e verdade. O CHEGA não aceita mais mentiras em relação ao Hospital de Ponta Delgada”, concluiu José Pacheco.
Ponta Delgada, 29 de abril de 2026
CHEGA Açores | Comunicação
Fonte de vídeo: RTP Açores
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