“Não são ameaças que nos irão calar!
Nos Açores, há instituições usadas como depósitos de políticos fracassados.”
Não são ameaças, intimidações ou pressões de bastidores que vão silenciar quem tem coragem de dizer a verdade. Quem vive da política suja está habituado ao medo; nós vivemos da frontalidade. E é precisamente por isso que incomodamos.
Nos Açores existe um problema estrutural grave: instituições públicas transformadas em refúgios dourados para políticos que falharam nas urnas, mas que continuam a ser premiados com cargos, salários e privilégios pagos por todos. Isto não é serviço público. É compadrio institucionalizado.
Quando se denuncia este sistema, surgem as ameaças. Não porque estejamos errados, mas porque acertámos no alvo. Quem vive de tachos treme quando alguém aponta nomes, práticas e responsabilidades. Quem depende do cartão partidário odeia quem defende mérito, transparência e responsabilidade.
O CHEGA Açores não vai recuar. Não vai calar. Não vai alinhar na política do silêncio cúmplice. Cada ameaça só confirma aquilo que sempre dissemos: há interesses instalados que têm medo da verdade.
Os açorianos estão fartos de ver os mesmos de sempre a saltar de cargo em cargo enquanto a Região estagna, os serviços falham e os jovens são empurrados para fora da terra onde nasceram. Isto tem de acabar.
Dizemos o que muitos pensam e poucos têm coragem de afirmar:
instituições públicas não são depósitos de políticos fracassados.
São dos açorianos. E vão voltar a servir os açorianos.




