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MUDAR PORTUGAL COM CORAGEM POLÍTICA

MUDAR PORTUGAL COM CORAGEM POLÍTICA

Está na hora de mudar Portugal, depois de “cinquenta anos de erros acumulados, de fracassos repetidos, de uma Democracia que serve cada vez melhor alguns, mas cada vez pior aqueles a quem deveria servir em primeiro lugar: o nosso bom Povo”.
Foi este o mote para a declaração política do CHEGA, apresentada hoje pelo líder parlamentar, José Pacheco, que reforçou que é hora de questionar se faz sentido continuar exactamente no mesmo caminho ou se temos a coragem de repensar a trajectória. “Repensar o sistema não é negar a Democracia. Pelo contrário: é valorizá-la. É resgatá-la da mediocridade, do conformismo e da captura por interesses instalados. É fazê-la regressar à sua essência: representar o Povo, proteger quem trabalha e garantir justiça, responsabilidade e futuro”, reforçou.
José Pacheco indicou que, em Portugal, durante décadas, “formámos gerações com diplomas, mas sem exigência; com teoria, mas sem responsabilidade; com retórica, mas sem valores. Criámos um país onde tudo se relativiza, onde tudo se desculpa e onde quem trabalha, quem cumpre e quem respeita as regras é sistematicamente penalizado”.
Por isso, reforça que Mudar Portugal não é apenas uma questão económica ou administrativa. “É, acima de tudo, uma mudança moral, cultural e civilizacional. É devolver à política a verdade, à justiça a firmeza, à escola a autoridade e ao Estado a sua função essencial: servir quem produz, quem trabalha e quem contribui, e não quem vive à custa do sistema”, disse.
Actualmente Portugal precisa de pensar de forma crítica e livre, mas também de distinguir o certo do errado, o dever do oportunismo, o mérito do facilitismo.
“Portugal precisa urgentemente das duas coisas. E precisa, acima de tudo, de coragem política para enfrentar resistências, romper com vícios antigos e dizer o que muitos pensam, mas poucos ousam afirmar”, afirmou José Pacheco que garante que se se quer mudar Portugal “temos de acabar com experimentalismos, aventuras e políticas de zigzag. Todos sabem em quem nos revemos, quem identificamos como o rosto desta mudança e quem a lidera”.
Uma liderança que “representa a ruptura necessária com o conformismo, a hipocrisia e o medo. Representa a coragem de enfrentar um sistema que falhou e de devolver esperança a quem já não acredita”, concluiu.
No encerramento da declaração política, o líder parlamentar do CHEGA garantiu que para Mudar Portugal, é preciso ter coragem de ir em frente, de voltar a ter uma justiça firme, de voltar a dar autoridade às escolas.
Apesar da mudança mais do que necessária para Portugal, José Pacheco concluiu que independentemente de quem for eleito Presidente da República a 18 de Janeiro, “cá estaremos a dizer que somos Açores, somos parte integrante de Portugal e não uma colónia de Lisboa”, concluiu.
Horta, 15 de Janeiro de 2026
CHEGA I Comunicação
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