Portugal está à beira do colapso moral, político e institucional. Décadas de corrupção, portas escancaradas à imigração ilegal, um SNS em falência permanente, uma educação baseada no facilitismo e na distribuição de “canudos” sem mérito, uma justiça lenta e cúmplice, uma crise habitacional sufocante, incêndios criminosos repetidos ano após ano, uma cultura de subsidiodependência, a imposição das minorias e o delírio do “wokismo” transformaram Portugal num país sem rumo, governado contra os interesses do seu próprio povo.
Em 2026 haverá eleições presidenciais. Depois de Marcelo, o pior Presidente da democracia, a fasquia está tão baixa que praticamente qualquer candidato parecerá melhor. Mas isso não chega. O país não precisa de mais do mesmo, nem de uma figura decorativa. Precisa de uma rutura clara com 50 anos de podridão política, em que os “donos disto tudo” capturaram o Estado, sugaram os recursos públicos e empobreceram deliberadamente os portugueses.
Durante décadas, governantes enriqueceram descaradamente à sombra do poder — uns às claras, outros escondidos atrás de contratos de consultadoria, avenças e cargos fictícios. Criaram um Estado obeso, ineficiente e parasitário, onde a competência nunca contou. O que sempre contou foi o cartão partidário, rosa ou laranja, e a fidelidade ao sistema.
Dos principais candidatos em cima da mesa, nenhum representa uma verdadeira mudança. Há quem simbolize diretamente a decadência do regime: figuras do sistema que enriqueceram sem nunca explicar como, mas que o povo sabe perfeitamente ao serviço de quem sempre estiveram.
Há candidatos sem espinha dorsal, que ora piscam o olho à direita, ora à esquerda, sem convicções, sem coragem e sem um projeto claro para o país. Outros até aparentam seriedade, mas estão presos à mesma ideologia falhada que nos trouxe até aqui. E há ainda os liberais de salão, defensores das elites urbanas e do “país dos privilégios”, completamente desligados do país real — aquele que trabalha, paga impostos e sustenta um exército de parasitas.
Chega de fingir que estas opções são diferentes. Não são. São todas variações do mesmo fracasso.
Por exclusão de partes, sobra apenas um candidato disposto a enfrentar o sistema, a romper com o regime instalado e a devolver o país aos portugueses. Apesar dos ataques vis da comunicação social, apesar da instrumentalização da justiça e da crescente perseguição política, há finalmente alguém que não recua, não se cala e não pede licença.
No dia 18, os portugueses têm uma escolha histórica: continuar a ser cúmplices deste sistema podre e decadente ou fazerem uma rotura com o passado. Ficar em casa é pactuar com a “podridão” do sistema. Abster-se é dar força aos mesmos de sempre.
No dia 18 é preciso votar, é preciso reagir, é preciso dizer claramente: já CHEGA.
É preciso votar André Ventura e começar, finalmente, a limpar o país deste lamaçal de corrupção que nos afundou nos último 50 anos.
O Futuro é agora. Dia 18 de Janeiro vamos pôr o sistema a tremer.
Francisco Lima
Deputado e Vice-Presidente do CHEGA Açores

